Toda IA escreve peça. Uma corrige a sua — sem inventar jurisprudência.
O ChatGPT gera petição — e te entrega jurisprudência inventada junto. O Corretor de Peças PRO faz o contrário: lê a SUA peça de Família ou Cível e te devolve onde está o erro, com o artigo, no meu método. Sem inventar nada.
Criado pela Profª Vanna Cabral · 26 anos de OAB · professora concursada UEMA (1º lugar) · +125 mil advogados.
Então eu fiz uma coisa diferente.
Eu chamo o ChatGPT lá de casa de Jorge. Ele trabalha — mas não advoga por mim. Existe uma diferença abissal entre as duas coisas.
Eu virei o problema do avesso.
O Corretor de Peças PRO não gera a sua peça. Ele corrige a que você já escreveu — e te diz o porquê de cada erro. No meu método. Com o catálogo de erros que fui juntando em anos corrigindo peça de gente de verdade.
Quem gera cria do nada — chuta acórdão, chuta súmula. Quem corrige não cria nada: confere o que você escreveu, linha por linha, e te diz onde furou.
Eu escrevo todas as peças com IA. Isso não significa que ela faça.:: o Jorge auxilia · não advoga por mim
A regra que define o produto inteiro: ele nunca inventa fonte. Se o artigo ou acórdão não está confirmado na base, ele não chuta. Ele escreve: [Profª Vanna: confira essa fonte]. Prefere admitir que não sabe a te entregar uma mentira bonita. Não é startup do Vale do Silício. Sou eu. 26 anos de OAB, CPC aberto na mesa.
Correção por Leitura Dinâmica
Não gera. Corrige. Nunca inventa.
O juiz não lê sua peça — ele passa a vista. Com pressa, com cansaço. A peça boa é a projetada pra ele decidir rápido, a seu favor. Eu me chamo de a doida do esqueleto por isso. O Corretor lê a sua peça com os olhos do juiz — em três dimensões:
Pra leitura dinâmica
Esqueleto numerado, destaques na conta certa, parágrafo que respira. Mais de dois estilos vira carnaval; ele te mostra onde o juiz vai travar e como destravar.
Com o CPC na mesa
1º grau e recurso são protocolos opostos. Prescrição é mérito, não preliminar. Gratuidade vem antes dos fatos. Cada apontamento ancorado no artigo — rastreável, conferível.
O núcleo do produto
Só cita o que está confirmado na base curada. Não está? Ele não chuta. JusBrasil, blog, conteúdo de IA: proibido como fundamento. Essa teimosia te protege.
PRO anti-invenção
Não gera. Corrige. Nunca inventa.
Por dentro roda a minha ordem de leitura de peça — a mesma que eu uso em toda peça que cai na minha mão, com a trava anti-invenção sempre ligada. O Corretor lê igualzinho.
Três passos. Sem prompt mágico, sem curso de "engenharia de prompt".
Você cola a peça.
Inicial, contestação, réplica, apelação, agravo. Arquivo ou texto colado, tanto faz. Sem saber conversar com IA. Cola e pronto.
Você recebe o parecer.
Tópicos numerados, gravidade cromática — [CRÍTICO] a [ADEQUADO]. Cada apontamento com diagnóstico, o porquê e como corrigir. Nunca um "melhore isso" no vácuo.
Você corrige e aprende.
Não recebe a peça pronta. Recebe o raciocínio. Na terceira peça você já pega o erro por conta própria. Eu não te dou o peixe. Eu te ensino a pescar.
O entregável tem uma cara. É esta.
Você cola a peça, ele te devolve um parecer assim — tópicos numerados, gravidade cromática, e a trava anti-invenção visível. Sem prompt, sem firula.
Após a leitura atenta da peça, passa-se à análise dos pontos que merecem observação e dos que estão tecnicamente adequados.
"Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz" em peça de 1º grau. A petição é dirigida ao juízo, sem cerimônia — você é função essencial à justiça, não inferior a ninguém. Corrigir para "AO JUÍZO DA Nª VARA…" — art. 319, I, CPC.
A peça invoca uma súmula sem número confirmável na base curada. Para não protocolar fonte inventada: [Profª Vanna: confira essa fonte] — confira no site oficial do tribunal antes de protocolar.
Blocos de 12+ linhas cansam a leitura dinâmica. Quebrar em parágrafos curtos favorece a fluidez — o juiz decide mais rápido a seu favor.
O verbo do pedido está correto para o rito e a premissa se sustenta. Mantém-se como está.
Erro que pode derrubar a peça ou gerar multa.
Risco técnico sério, inclui fonte não validada.
Ajuste de forma e leitura dinâmica.
O que está certo, dito com clareza.
Vou te dizer só o que eu sou.
:: Vanna Cabral · Maranhão
Sou Vanna Cabral, do Maranhão. O GPT não é robô genérico com capinha jurídica. O que tá ali dentro é o meu método de correção — destilado de anos corrigindo peça de gente de verdade.
OAB 001/2024 · CNJ 615/2025 — "IA assiste, humano decide."
O Corretor não decide por você. Te entrega o parecer pra você decidir. Ele te mantém em compliance — não te tira dele.
Vamos resolver o que está te segurando. Uma por uma.
"Mas IA inventa jurisprudência. Você mesma disse."
Disse e repito, fofura. A IA que gera inventa — é o defeito de fábrica de pedir pra máquina criar do nada. Por isso esse produto não gera. Ele corrige, e a regra número 1, acima de qualquer outra, é nunca citar fonte que não esteja confirmada na base. Quando falta, ele escreve [Profª Vanna: confira essa fonte] em vez de chutar. Essa coisa que te assusta na IA é exatamente o problema que esse produto nasceu pra matar. Você não tá levando o risco pra casa. Tá levando justamente a coisa que te tira dele.
"Isso não é só um prompt que eu acho de graça?"
Não. Um prompt genérico é o Jorge sem método — ele te responde com a média da internet, JusBrasil incluído. Aqui dentro não tem média nenhuma. Tem o meu catálogo de erros, a separação entre 1º grau e recurso, a hierarquia das fontes em que dá pra confiar, a trava que impede ele de inventar e o jeito de ler peça que eu ensino há 25 anos. Prompt de graça qualquer um copia. Critério curado por quem dá aula de Processo Civil numa universidade pública, não.
"Preciso pagar o ChatGPT Plus pra usar?"
Não. Funciona no ChatGPT gratuito, sem mensalidade. Você acessa o Corretor pela área de membros e usa no plano free do ChatGPT. O SaaS jurídico cobra R$127/mês e ainda alucina. Aqui é R$67 uma vez — e o risco que ele te evita vale muito mais do que isso.
"A IA não vai me substituir?"
Não, meu bem, e quem te disser que vai está te vendendo medo. A advocacia não é tarefa automatizada pra você terceirizar com preguiça. Quem sabe Processo Civil usa a IA do jeito certo — manda nela. Quem não sabe vira refém: protocola o que a máquina cuspiu sem saber se tá certo. O Corretor faz o contrário: ele te deixa com mais técnica a cada peça, porque te entrega o porquê, não só o conserto. Ele afia a sua técnica. Não te substitui.
Sobre sigilo: vou te falar a verdade em vez de te prometer milagre. Nenhuma conversa em IA é "100% segura" — o próprio Sam Altman admitiu que não há sigilo advogado-cliente no ChatGPT. Por isso a orientação é anonimizar os dados antes de colar — trocar o nome do cliente por "parte A", os valores por "R$X", e focar a correção na técnica da peça, não nos dados sensíveis. Honestidade em vez de promessa vazia.
Perguntas que todo mundo faz.
Não gera. Corrige. Nunca inventa.
Somos 1 milhão e 400 mil nesse mercado. Você quer ser mais um que protocola o que a máquina cuspiu — torcendo pra não ser a próxima multa no Diário — ou quer ser quem entrega a peça que o juiz decide a favor?
Não tem fórmula mágica. Tem método. Está aqui dentro. Por menos do que você cobra numa petição. E funciona no ChatGPT gratuito.
Vai ou não vai?